28 de abril, o dia de retomar a democracia

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Às vésperas de completar um ano em que a presidente legal e legitimamente eleita do Brasil, Dilma Roussef, foi afastada do cargo, o país depara-se com o que poderá entrar para a história como a sua maior greve geral desde o fim da ditadura militar.

Dezenas de movimentos sociais, centrais sindicais e categorias trabalhistas já decretaram estado de greve e a previsão é que o Brasil inteiro pare em protesto contra a entrega internacional do patrimônio público, o aumento do desemprego, a destruição dos direitos trabalhistas e o fim da aposentadoria.

A última vez que fomos palco de uma greve geral dessas proporções foi em 1996, primeiro ano do governo FHC.

Naquela ocasião, vejam só, os trabalhadores foram às ruas contra a política de privatizações, as flexibilizações das leis trabalhistas e… o desemprego.

Inevitável notar a semelhança na conjuntura sócio-político-econômica que faz, transpostas duas décadas, o país reunir as mesmas tristes condições que obrigam uma nação de proporções continentais a gritar, ávida de ser ouvida, em unissonantes vozes.

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